FEIRA DE CIÊNCIAS

PANCS - Como identificá-las? Parte 1

Palmito-Juçara

Caule solitário ou muito raramente cespitoso, liso, colunar, acinzentado, de 5-12 m de atura e 10 a 15 cm de diâmetro, com um cone visível de raízes na base e um palmito liso de 1,0-1,5 m de cor verde ou alaranjado no topo. Suas folhas são pinadas, em número de 8-15 contemporâneas, arqueadas, com 1,5-2,5 m de comprimento. As inflorescências infrafoliares (abaixo do palmito), ramificadas ao nível da primeira ordem apenas na base, com dezenas de ramos forais eretos como espigas e cobertos de pelos curtos. Seus frutos são globosos, roxo-escuros ou negros, contendo uma única semente. O palmito é consumido in natura ou em conserva. O estipe é empregado localmente em construções rurais e, pela grande beleza arquitetural, pode ser cultivada para fins paisagísticos.

 

 

 

Vinagreira

Também chamada de hibisco, recebe o nome de vinagreira devido ao seu sabor extremamente acido. Pertencente à família do quiabo, seus frutos parecem pequenos “quiabinhos”, porém deve se tomar o cuidado de consumir apenas seu cálice externo. Seu chá, muito famoso, de coloração vermelha, sabor acido e frutado, deve ser feito a partir dos pequenos cálices dos frutos, colhidos ainda imaturos e colocados para secar. Suas sementes são ricas em proteínas e podem virar farinha, ou claro, se transformarem em novas plantas. Sua planta é um arbusto perene que pode chegar a 4 metros de altura, com folhagem verde ou arroxeada. Gosta de sol, e sua floração e produção ocorrem uma vez por ano.

 

 

 

Coração de Bananeira

Também chamada de umbigo da bananeira, ou simplesmente de coração de banana, este “pedaço” da bananeira que normalmente era descartado, hoje vem sendo utilizado como alimento em muitos países. É aquela parte bonita, bem roxa, que fica pendurada logo abaixo do cacho de banana. Normalmente é descartado, para não roubar os nutrientes da banana. Mas saiba que o coração da bananeira pode ser aproveitado em diversas receitas.

 

 

 

Coentrão ou Chicória-do-Amazonas

Atingindo entre 20 a 30 cm de altura. É uma espécie nativa de toda América Tropical, como a região da Amazônia. Ele cresce espontaneamente na região Norte do Brasil, porém também é altamente cultivada por lá. Essa PANC está presente na culinária do Norte e Nordeste, assim como em outros países da América Latina, Caribe e Ásia. No dia a dia, use suas folhas como usaria o coentro comum, porém com mais parcimônia, pois é mais intenso de sabor e aroma. Assim como o coentro comum, suas raízes também podem ser consumidas. Também é capaz de desenvolver-se bem em áreas de alta temperatura e em solos úmidos e pouco ácidos.

 

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